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sexta-feira, 15 de março de 2013

Dieta Mediterrânea à Brasileira


Dieta mediterrânea 'abrasileirada' ajuda coração...

Uma dieta mediterrânea à brasileira, que substitui atum, castanhas e azeite extravirgem por alimentos baratos e acessíveis no país, como sardinha, milho, sopa de feijão e tapioca. Esse é o projeto do HCor (Hospital do Coração), em parceria com o Ministério da Saúde.

A ideia é lançar no país uma dieta com alimentos de baixo custo e presentes na rotina dos brasileiros para a prevenção de doenças cardiovasculares em pessoas que já tiveram infarto ou derrame ou que correm maior risco de sofrê-los por causa de hipertensão e colesterol alto.

Da primeira fase do projeto, que avaliou a efetividade da dieta, participaram 120 pessoas cardíacas do Rio de Janeiro e de seis cidades de São Paulo (incluindo a capital), durante oito semanas.


Metade recebeu as orientações de praxe que são dadas após um evento cardiovascular, como diminuir a quantidade de gorduras saturadas (presentes na carne vermelha, por exemplo).


A outra metade seguiu o material educativo e o cardápio do projeto, os quais classificam os alimentos com as cores da bandeira nacional: verde, amarelo e azul.

A escolha não é à toa: os participantes foram instruídos a montar os pratos de acordo com a predominância dessas cores na bandeira.

Ou seja, a dieta recomenda ter maior quantidade de alimentos verdes (ricos em vitaminas, minerais e fibras), menor proporção de alimentos amarelos (com quantidade considerável de gordura saturada) e uma quantidade menor ainda de alimentos azuis, que contêm mais gordura, sal e açúcar.

"Usamos um aspecto lúdico e critérios factíveis para facilitar a adesão à dieta. Independentemente do grau de instrução, a pessoa vai identificar o que é bom e qual a quantidade indicada", diz Bernardete Weber, coordenadora da pesquisa do HCor. Ela afirma que, se os alimentos recomendados forem muito diferentes do que a pessoa come normalmente, é difícil aderir às mudanças.

RESULTADOS

Segundo ela, os níveis de colesterol dos participantes que seguiram a dieta cardioprotetora diminuíram. Em estudo no "Journal of the American Medical Association", ações que reduzem colesterol e pressão arterial já são suficientes para mudar índices de mortalidade por doenças cardiovasculares. Weber cita outro resultado positivo: os pacientes também perderam peso, já que as dietas e as quantidades das calorias diárias foram adequadas para pacientes com sobrepeso ou obesidade.


A segunda fase do estudo é mais ambiciosa: vai envolver cerca de 2.000 pessoas em todo o país, e, mais importante, vai elaborar diferentes dietas respeitando as variações regionais de cada Estado. Segundo Weber, isso pode incluir castanhas no Norte, suco de uva no Sul e feijão-verde no Nordeste. Os participantes não serão apenas cardiopatas, mas também pessoas com risco maior de ter um problema cardíaco.


                   "A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".


Só deve usar adoçante quem realmente precisa?


Desde que os adoçantes foram criados, na década de 1960, várias dúvidas e polêmicas surgiram no rastro do produto colocando em dúvida não só sua eficácia, mas, principalmente, seus efeitos sobre a saúde. Embora vários estudos ainda não sejam conclusivos, convém saber mais sobre o assunto e sempre ouvir a opinião de especialistas.

A nutricionista Luciana Harfenist, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, salienta que há restrições e contraindicações ao emprego do item. "Quem tem pressão alta ou insuficiência renal, por exemplo, precisa verificar as taxas de sódio de cada marca antes de consumir." E tem mais: vários profissionais defendem que indivíduos saudáveis, que não apresentam nenhuma doença que obrigue restringir o açúcar, não deveriam inserir o adoçante na alimentação.

"Muito melhor seria adotarem uma dieta equilibrada, em quantidades adequadas para suas necessidades nutricionais", sustenta a nutricionista Ariane Machado Pereira, pós-graduada pelo Imen (Instituto de Metabolismo e Nutrição).

Para melhorar a imagem desses produtos, a Abiad (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres) lançou uma cartilha, com informações aos consumidores, que recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O material garante que o adoçante não é prejudicial à saúde, e que "a segurança dos aditivos alimentares é feita através de inúmeros estudos científicos para comprovação da inexistência de efeitos adversos decorrentes do seu consumo".

Proibidos e liberados

Porém, nos Estados Unidos, por exemplo, o ciclamato de sódio foi relacionado ao câncer e, por isso, seu uso foi proibido. "Existem estudos que fazem um paralelo entre o câncer na bexiga e a sacarina e o ciclamato", diz Harfenist.

Pereira, no entanto, cita o Informe Técnico nº 40, de 2 de junho de 2009, disponível na página da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que diz que a decisão tomada pelo FDA, regulador de remédios e alimentos norte-americano, foi baseada em um estudo feito em ratos. A entidade já recebeu uma petição para revisar a proibição, que ainda está em análise. 

A Anvisa diz que, desde então, foram conduzidos muitos estudos sobre carcinogênese envolvendo ciclamato, sozinho ou em misturas com sacarina, não tendo sido demonstrada incidência estatisticamente significativa de tumores na bexiga dos animais testados.

"Acredito que todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados, ricos em conservantes e aromatizantes e que, muitas vezes, já apresentam em sua composição algum edulcorante artificial", diz Pereira.

"Indivíduos saudáveis, sem necessidade de dietas especiais, não precisam aderir aos adoçantes artificiais. Basta mudar os hábitos alimentares, saborear itens in natura, como sucos de frutas, por exemplo, ou mesmo o café puro. Talvez isso demande tempo e persistência para que o organismo possa se adaptar ao sabor, mas compensará", conclui a nutricionista.

De qualquer forma, é bom ir com calma antes de começar a pingar gotinhas do dito-cujo em tudo que ingerir.




"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".


quinta-feira, 14 de março de 2013

Dieta mediterrânea reduz risco cardíaco


Um dos mais longos trabalhos científicos sobre a dieta mediterrânea, rica em azeite, vegetais e peixe, sugere que ela pode reduzir o risco de problemas cardíacos e derrames em pessoas mais velhas e com mais probabilidade de sofrer desses males.

O estudo levou cinco anos e envolveu 7.500 pessoas na Espanha. Quem comia a dieta com muito azeite ou castanhas teve um risco 30% menor de sofrer problemas cardiovasculares graves do que os que receberam a orientação de seguir uma dieta com baixa gordura, mas, na verdade, não cortou muito esse nutriente. Os adeptos da dieta mediterrânea comeram mais fruta, peixe, frango, feijões, saladas, molho de tomate e vinho.

Esse estilo de dieta é ligado há tempos à saúde do coração, mas a maior parte dos estudos a respeito são observacionais. A evidência agora é mais forte porque as pessoas foram seguidas por um longo tempo e monitoradas. Os médicos fizeram exames laboratoriais para verificar que os participantes estavam consumindo mais azeite e castanhas, como havia sido pedido.

A maioria dessas pessoas estava tomando remédios para baixar o colesterol e a pressão, e os pesquisadores não alteraram essas prescrições, segundo um dos responsáveis pelo trabalho, Ramon Estruch, de Barcelona.

Como um primeiro passo para evitar problemas cardíacos, ele acredita que a dieta é melhor do que um remédio, porque há poucos efeitos colaterais. "Dieta funciona."
Os resultados foram publicados nesta segunda (25) no "New England Journal of Medicine".
Os participantes do estudo não receberam menus rígidos ou contaram calorias, porque perda de peso não era o objetivo. Só 7% dos voluntários saíram do estudo em dois anos. Houve o dobro de desistências no grupo da dieta de baixas gorduras.

O estudo incluiu pessoas com idades entre 55 e 80 anos. Todas eram livres de doenças cardíacas no início da pesquisa mas tinham alto risco por diabetes, sobrepeso, colesterol alto e pressão alta.

Elas foram separadas em três grupos: dois seguiram uma dieta mediterrânea com quatro colheres de sopa de azeite de oliva ou com castanhas e nozes (um punhado ao dia). O terceiro grupo deveria ingerir uma dieta de baixas gorduras com mais pão, batatas, massas, arroz, frutas, vegetais e peixes e pouca carne vermelha e pouco óleo.

Depois de cinco anos, foi observado que os grupos de dieta mediterrânea tiveram menos problemas de saúde. Os médicos acompanharam os infartos, derrames e problemas cardíacos. Houve 96 desses no grupo da dieta mediterrânea com azeite, 83 no grupo das nozes e 109 no grupo que não usou a dieta mediterrânea. O derrame foi o problema para o qual a dieta mediterrânea fez mais diferença. Não houve mudanças no índice de mortes. Os seguidores da dieta ingeriram 200 calorias a mais por dia do que o grupo das baixas gorduras.

O governo espanhol financiou o estudo; azeite e castanhas foram pagos por empresas fabricantes desses produtos na Espanha e nos EUA.

Muitos dos autores têm financiamentos da indústria de alimentos e vinhos, mas afirmam que as empresas não tiveram papel algum no desenvolvimento do estudo e nos resultados.
Rachel Johson, chefe do comitê de nutrição da American Heart Associaton, diz que o estudo é importante porque acompanhou números de infartos, derrames e mortes e não só mudanças nos números de colesterol.

"É um estudo importante."


"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

domingo, 10 de março de 2013

Opção para Lanches

Uma opção para lanches, café-da-manhã e intervalos, é a Mini Bolacha de Arroz Integral da Camil.



Sugestão de consumo: patês, geleias, etc.

"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pirâmide Alimentar Atualizada

A pirâmide alimentar foi concebida em meados dos anos 90, e mesmo não tendo muitos adeptos da área tornou-se indispensável em alguns consultórios de nutricionistas de todo o país. Em 2006 a pirâmide sofreu algumas pequenas atualizações, acrescentando mais qualidade de vida ao programa alimentar apresentado pela mesma, os responsáveis por toda essa mudança é o Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard.

Destaque para os americanos no que diz respeito a base da pirâmide onde foram introduzidos EXERCÍCIOS FÍSICOS, foi uma maneira de alertar as pessoas sobre a importância de uma rotina onde houvesse um foco diário nas atividades físicas, assim como a rotina alimentar.

Os criadores da nova pirâmide, enxergaram que a antiga pode ter ajudado diretamente no número de obesos no EUA. A antiga base era formada por carboidratos como batata, arroz branco e massas em geral, que na nova estão no topo onde são recomendados que tenha parcimônia ao ingeri-los.
As gorduras, agora, tem uma ênfase maior na dieta em especial as saudáveis.
As frutas e verduras são as fontes diversificadas de vitaminas, sais minerais e fibras.

Os carboidratos mantém o destaque, porém, é destacada a escolha consciente do melhor a se ingerir.

A adesão de castanhas, nozes, amendoins e amêndoas na dieta é estimulada, pois são ótimas fontes de proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas e sais minerais.

As proteínas ainda são uma das mais importantes da dieta, entretanto, deve-se escolher carnes magras como peixe e frango.


No final é imprescindível saber que a pirâmide deve ser usada de uma forma imparcial, ou seja, sem interpretações errôneas sobre a mesma para que ela consiga ter efeitos significativos na saúde do usuário.


 
"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

Amaranto, o alimento da vez

O grão tem propriedades que se assemelham ao arroz com feijão.

Estudos já descobriram que, na composição química, o amaranto se assemelha a uma combinação muito conhecida pelo o brasileiro... O arroz com feijão. É isso mesmo: do feijão. Ele tem a proteína na concentração de 14% (no feijão é 23%). Do arroz ele tem os aminoácidos, moléculas orgânicas que não são fabricados pelo nosso organismo e essenciais para o nosso corpo.

Fique sabendo

O amaranto pode ser consumido com frutas e iogurte no café da manhã, como ingrediente de pães, bolos e doces, além de ser incorporado em sopas, vitaminas, entre outras receitas de pratos doces e salgados.

VERDADE

- O amaranto reduz os níveis do colesterol total do sangue, ou seja, a gordura que vai formar placas nas veias e artérias.
- Muitas pesquisas realizadas, tanto no Brasil e em todo o mundo, vêm mostrando o potencial do amaranto na redução dos níveis de colesterol no sangue.
- O grão possui cerca de 15% de proteínas com alto teor biológico (aquelas com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz). É fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais, além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes.
- Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações.

Muitos benefícios

- Possui efeito antioxidante, evitando o envelhecimento precoce
- Previne doenças cardiovasculares
- Controla a obesidade
- Previne a osteoporose
- Reduz o nível de colesterol no sangue
- Aumenta a imunidade

ONDE ENCONTRAR

Ele é encontrado em lojas especializadas em produtos naturais, na forma de grãos, flocos e farinha. Pode ser cozido como qualquer cereal ou misturado a outros alimentos, em qualquer refeição do dia.

Saiba mais

Rico em proteínas de alto valor biológico, minerais como cálcio, fósforo, potássio, vitaminas e aminoácidos, o consumo do amaranto é importante para o bom funcionamento do nosso organismo. Seus muitos benefícios se estendem aos mais diferentes perfis e necessidades específicas.

O alto valor proteico - de 14 a 20% a mais, quando comparado a outros cereais - e de minerais atuam na manutenção e no aumento da massa magra em atletas e esportistas amadores, além de contribuir para a diminuição do colesterol e a prevenção de doenças cardiovasculares, osteoporose e câncer na população de idosos e adultos em geral.

Você sabia que...

Como a quinoa, o amaranto foi selecionado pela Nasa para alimentar os astronautas devido ao seu alto valor nutritivo, por seu proveitamento integral, por sua facilidade de cultivo e seu rápido crescimento, mesmo em condições adversas.


Fonte: Jornal do Povo (RS)

"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

quinta-feira, 7 de março de 2013

SNACKS - Biscoitos Salgados

Deliciosa opção de snack para qualquer hora do dia, o Biscoito Salgado Jasmine é rico em fibras e pode ser consumido a qualquer hora. Puro, com patês, pastas ou para acompanhar sopas e consomes, está disponível em quatro versões – Alho e Orégano; Cebola; Tomate Seco e Azeite de Oliva; e Gergelim e Linhaça – em embalagens de 80 gramas.

http://www.jasminealimentos.com/


"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".