Bem vindos(as)!!!

Este blog foi criado para trocar informações sobre Nutrição...

Para que meus pacientes e todos os visitantes do blog, possam ter acesso a tudo o que precisarem sobre a Nutrição! E se tiverem alguma dúvida escrevam...

Um abraço!


quinta-feira, 7 de março de 2013

Chocolife

Você sabia que o consumo regular de chocolate melhora o humor, o rendimento mental, a performance física, protege suas artérias e veias e muito mais?? Leia mais em: http://www.chocolife.com.br/blog/ Conheça a linha de produtos de produtos, desenvolvida para sua saúde! ZERO glúten, açúcar, lactose, soja, gordura trans, MUITA Fibra, MUITO SABOR!!

http://www.chocolife.com.br/ 



"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

terça-feira, 5 de março de 2013

Marilan Magic Toast Integral

Marilan Magic Toast Integral é um alimento fonte de fibras que reúne os benefícios de quatro cereais: arroz, milho, trigo e aveia. Além das propriedades nutricionais comuns a todas as versões, Marilan Magic Toast Integral traz para a dieta os benefícios da aveia, que é rica em proteínas, ferro e cálcio, além de conter fibras solúveis e insolúveis. As fibras são compostos de origem vegetal não disponíveis como fonte de energia, uma vez que não são digeridas pelo organismo. A aveia, como fonte de fibras, auxilia no controle dos níveis de colesterol e diabetes, na manutenção da pressão arterial mais baixa, no controle de peso e no melhor funcionamento do intestino. Marilan Magic Toast Integral contribui para atingir a recomendação diária de ingestão de fibras (25-30g/ dia), melhorando a qualidade nutricional da dieta.

http://www.marilan.com/produtos/produtos.aspx?cda_categoria=17



"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Pistache ajuda a diminuir nível de colesterol ruim

A inclusão do pistache na dieta pode aumentar os níveis de antioxidantes no sangue de pessoas adultas com colesterol alto, segundo pesquisa americana. O estudo, publicado no "Journal of Nutrition", afirma que o alimento é mais rico em betecaroteno e vitamina E do que outros tipos de nozes. Os antioxidantes são importantes porque o colesterol oxidado está ligado a inflamações e à formação de placas nos vasos sanguíneos. A pesquisa foi realizada com voluntários que se alimentaram com dietas saudáveis com ou sem pistache. Entre as pessoas que comeram pistache, foram encontrados níveis menores de colesterol LDL oxidado e maiores níveis de betacaroteno e da vitamina E no sangue.

http://www.abran.org.br/



"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

Vitamina D


A SBEM encaminhou ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos um ofício no qual ela solicita uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o texto, a disponibilização corrigiria a deficiência prevalente deste nutriente nos grandes centros urbanos. De acordo com a Sociedade, o SUS já fornece o 400 UI Vitamina D, porém apenas em associação com sais de cálcio, o que seria uma desvantagem, já que a maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio, mas sim de quantidades maiores de Vitamina D. Para a SBEM, as doses de ataque deveriam ser de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses. Ainda segundo o Ofício, valores inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis. Entre as consequências desta deficiência estão a maior fragilidade óssea e fraturas. De acordo como texto, “uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício”.

Leia o ofício na íntegra:

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - SBEM vem solicitar à V. Ex.a uma reunião para discutir a inclusão da Vitamina D3 na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS, que possibilitará a correção da já comprovada deficiência deste nutriente, altamente prevalente nos grandes centros urbanos do Brasil. Em função das mudanças sociais e comportamentais ocorridas no último século, vivenciamos atualmente uma drástica redução nos períodos de exposição solar, o principal mecanismo pelo qual adquirimos a Vitamina D. Isto fez com que um problema irrelevante em nosso meio até meados do século passado se tornasse altamente prevalente nos dias de hoje, com sérias consequências para a saúde de nossa população. Valores séricos inadequados de Vitamina D foram encontrados em 85% dos idosos moradores na cidade de São Paulo, em mais de 90% dos idosos institucionalizados e em cerca de 50% da população de jovens saudáveis, números que se agravam à medida que caminhamos para o sul do país. Esta deficiência tem consequências já bastante conhecidas sobre o sistema musculoesquelético, levando a maior fragilidade óssea e fraturas. Uma meta-análise sobre o assunto constatou que a suplementação com doses superiores à 700 UI de Vitamina D/dia em população idosa conseguiu reduzir o risco de fraturas de quadril em 26% e de fraturas não-vertebrais em 23%. Doses inferiores não foram efetivas. Portanto, a adequação das concentrações de Vitamina D é obrigatória na prevenção das fraturas e do tratamento da osteoporose, com excelente relação de custo/benefício. O SUS já fornece 400 UI Vitamina D, mas apenas em associação com sais de Cálcio, o que é uma desvantagem. A maioria dos pacientes não precisa de suplementação de cálcio por obtê-lo em quantidade suficiente na dieta, mas necessitam, entretanto, quantidades maiores de Vitamina D para corrigir sua deficiência. Esta correção exige doses de ataque de 7000 UI/dia por períodos de 2 a 3 meses, o que inviabiliza o uso destas associações. Portanto, faz-se urgente o fornecimento de Vitamina D3 isolada em apresentações versáteis, que possibilitem a titulação da dose para diferentes situações clínicas. Os benefícios da Vitamina D sobre o sistema musculoesquelético são reconhecidos há quase um século. Entretanto, sua inadequação crônica vem sendo associada a outras situações clínicas indesejáveis, como alguns tipos de câncer, a doenças autoimunes, distúrbios metabólicos, entre outros. Portanto, sua disponibilização pelo SUS será muito bem-vinda, pois possibilitará oferecer, com esta medida de baixo custo, mais saúde à população. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia coloca-se à disposição do Ministério da Saúde para auxiliar na construção de diretrizes para a utilização de Vitamina D pelo Sistema Único de Saúde.


"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

Alimentação e Tireoide


Alimentar-se de forma equilibrada é importante para a manutenção de peso ideal e da saúde plena. O mesmo se aplica para as pessoas com algum distúrbio na tireoide, seja ele hipotireoidismo ou hipertireoidismo. De acordo com a Dra. Laura Ward, presidente do Departamento de Tireoide da SBEM (Gestão 2011-2012), embora certos alimentos, quando ingeridos em excesso e por longos períodos, possam interferir com o metabolismo da tireoide, sua proibição não é usual para quem tem problemas com a glândula. “Apenas em situações especiais, como antes da realização de alguns exames ou tratamentos específicos, é que uma dieta direcionada é orientada.
No geral, o ideal é que se mantenha uma alimentação saudável e balanceada em todos os nutrientes”, afirma. Segundo a especialista, quem tem problemas na glândula deve ficar atento a excessos de determinados tipos de alimentos. “O ideal é que o paciente não coma sal em grande quantidade, já que o sal é iodado e o excesso de iodo pode piorar um distúrbio de tireoide latente (não manifestado clinicamente ainda) ou já em tratamento. Isso desregula totalmente o metabolismo do indivíduo”, alerta. A endocrinologista chama atenção ainda para os alimentos que podem causar bócio, os chamados bociogênicos, ou que contenham isoflavonas em grande quantidade. “Alimentos como repolho, nabo, soja e couve podem ser consumidos uma ou duas vezes por semana, mas não todos os dias”, alerta Dra. Laura. Atenção para a Soja De acordo com Dra. Tânia Bachega, presidente da Comissão Nacional dos Desreguladores Endócrinos da SBEM, a partir da aprovação da rotulagem de alimentos com soja como protetores para doença coronariana pelo Food and Drug Administration (FDA), em 1999, o consumo destes produtos vem aumentando a cada dia. “Com o aumento no consumo de soja, cresceram as preocupações se este alimento poderia afetar o equilíbrio da função tireoidiana.

Estudos in vitro demonstraram que os fitoestrógenos presentes na soja, além de diminuírem a ação periférica dos hormônios tireoidianos, também afetam a sua síntese por inibição da tireoperoxidase, uma enzima chave na síntese dos hormônios tireoidianos. Eles induzem ainda a proliferação dos tireócitos, predispondo ao hipotireoidismo e bócio”, explica. “É muito discutida a hipótese de que a ingestão da soja por indivíduos predispostos ao desenvolvimento de doença tireoidiana poderia desencadear ou acelerar a evolução para franco hipotireoidismo”, alerta. Segundo dados de uma pesquisa, comentados pela especialista, em uma análise de mulheres com hipotireoidismo subclínico, observou-se que o consumo diário de 16 mg/dia de isoflavona, equivalente ao ingerido pelos vegetarianos, aumentou em três vezes o risco para o desenvolvimento de hipotireoidismo franco. “Este hipotireoidismo não foi reversível com a suspensão da ingestão de soja, sugerindo que as isoflavonas também possam atuar através da modulação do processo autoimune”, explica. “Outro aspecto importante que merece ser enfatizado é que os fitoestrógenos podem diminuir a absorção tanto do hormônio tireoidiano como do iodo, havendo a necessidade de um fino ajuste da dose da terapia com levotiroxina, especialmente nos portadores hipotireoidismo congênito”, reitera.

Em relação ao consumo ideal de soja, Dra. Tânia explica que não é possível determinar qual seria a dose isenta de efeitos nocivos: “Baseando-se no mecanismo de ação dos desreguladores endócrinos, doses pequenas podem alterar o funcionamento da tireoide, especialmente nos indivíduos de maior suscetibilidade: fetos, lactentes e adolescentes”, explica. Os fitoestrógenos podem também ser encontrados em outros alimentos como cevada, centeio, ervilha e algas.


"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Sugestão de recheio para pães, torradas, etc.

Pasta de Soja Bem Me Quer A empresa Lifeco acaba de colocar no mercado um produto 100% vegano chamado pasta de soja. É uma substituta da margarina e seu uso está ligado ao consumo de pães e lanches. A pasta é apresentada nos seguintes sabores: cenoura, manjericão, alho com cebolinha, beringela, alho poró, azeitona verde e azeitona preta.



"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".

Suco Juxx

Criada em 2007, a JUXX é a primeira e única empresa brasileira a produzir suco do fruto de cranberry. Atualmente a empresa conta com a linha de sucos de cranberry, ameixa e romã, todos na versão tradicional e zero adição açúcar. Todos os produtos JUXX são produzidos sempre: Sem corantes Sem conservantes Sem aromatizantes artificiais. E todos os produtos JUXX possuem grande quantidade de fruta e são ricos em antioxidantes e Vitamina C. As versões Zero são adoçadas com sucralose, um adoçante recomendado para o consumo de diabéticos a base de cana-de-açúcar que não é metabolizado pelo organismo como carboidrato.





"A presente orientação não dispensa o atendimento presencial com um nutricionista".