Um gráfico baseado em 2005 figuras da Organização da Cooperação e do Desenvolvimento Econômico, mostra que o percentual de obesos coreanos é dez vezes menor que os obesos americanos. Esses dados foram levantados com base na população maior de 15 anos com massa corporal acima de 30. É notório que os orientais tem a população mais magra do planeta, mas o legal desse gráfico é que podemos avaliar a cultura e os hábitos alimentares desses países e fazer um balanço do que realmente faz a diferença na hora de se alimentar. Aquela coisa dos fast foods americanos serem os maiores responsáveis por uma taxa de obesidade tão alta já foi pra lá de descutida mas ainda faz a gente repensar sobre a importância de ter um hábito alimentar adequado. Comer bem significa comer com qualidade e não com quantidade…..
Nutrição Clínica Funcional, Fitoterapia e Personal Nutrition Funcional Email: nutricionistacibele@yahoo.com.br | twitter.com/Dra_Cibele | Página no Facebook: Dra. Cibele Cavalcante - Nutricionista Funcional | Tel: (19)9213-9722 | Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8379424187397372 | Membro do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional
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Para que meus pacientes e todos os visitantes do blog, possam ter acesso a tudo o que precisarem sobre a Nutrição! E se tiverem alguma dúvida escrevam...
Um abraço!
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Produtos escondem que contêm gordura trans, diz pesquisa
Uma pesquisa realizada pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) com 53 alimentos industrializados de nove categorias diferentes mostra que 32% deles ainda contêm gordura trans. Em alguns produtos, a informação da tabela nutricional não é clara e pode até ser enganosa, como no caso da batata Pringles. De acordo com o levantamento, cada porção da batata contém 0,42 grama de gordura trans. A informação contradiz o que está escrito na embalagem da Pringles, que afirma ser livre do composto.
A gordura trans é uma substância adicionada aos produtos alimentícios pela indústria para promover a melhora de características sensoriais, como a cor, a textura, a aparência e o aroma, e também para aumentar a conservação dos alimentos. Ela está diretamente ligada a problemas de saúde, como colesterol alto, e desde 2008 é combatida pelo Ministério da Saúde, que defende a taxa de 0,2 grama de gordura trans por porção de alimento.
O tamanho dessas porções é determinado pela Anvisa, mas, de acordo com a nutricionista Manuela Dias, da Proteste, "não condiz com o padrão de consumo real dos brasileiros". Por exemplo, a porção estabelecida para biscoitos recheados equivale a duas unidades e meia. Manuela ressalta que é comum o consumidor ingerir um pacote inteiro sem se dar conta.
O fato de estar dentro da legislação permite que a indústria alimentícia indique a "isenção" de gordura trans nas embalagens, prática que se torna nociva aos clientes que acreditam estar adquirindo alimentos menos gordurosos. A Proteste defende que o ideal seria padronizar a quantidade das porções para 100 gramas. Assim, a rosquinha de coco da Mabel, que na porção estabelecida pela Anvisa fica com o índice de 0,15 grama de gordura trans, passaria a indicar 0,5 grama. Ou seja, valor acima do limite, o que obrigaria o fabricante a informar o índice ao consumidor.
Outro dado identificado pela Proteste é a substituição da gordura trans por óleo de palma ou de coco em alguns produtos. "Essa prática é uma jogada de marketing que engana os consumidores", afirma Manuela. Especialistas afirmam que o ideal é que a gordura trans não seja consumida. A Organização Mundial de Saúde recomenda que, caso seja inevitável, não ultrapasse 1% do valor calórico total da dieta diária. A Proteste calcula que, numa dieta de 2 mil calorias, ideal para um adulto, a quantidade de gordura trans ingerida não deve ultrapassar 2 gramas. Ainda de acordo com a pesquisa, se forem ingeridos 100 gramas da batata Pringles, faltará pouco mais de 0,5 grama para atingir o limite sugerido pela OMS.
A nutricionista Manuela Dias recomenda que o consumidor fique atento para os rótulos dos produtos e prefira escolher alimentos frescos sempre que possível. Outra dica é prestar atenção na lista dos ingredientes: eles estão em ordem decrescente, ou seja, o componente que aparece primeiro é o que está em maior quantidade no alimento. Portanto, se o açúcar estiver na frente, o produto tem poucas vitaminas, proteínas e minerais e o consumidor acaba ingerindo apenas gordura. "O ideal seria voltar aos tempos dos nossos avós, quando as pessoas comiam apenas alimentos sem aditivos", diz Manuela.
http://www.cfn.org.br/eficiente/sites/cfn/pt-br/site.php?secao=nutricaonamidia&pub=1193
terça-feira, 19 de junho de 2012
População adulta mundial pesa 287 milhões de toneladas.
RIO - A epidemia de obesidade enfrentada por numerosos países transcende a saúde pública e afeta agora o equilíbrio do planeta. Num estudo dedicado à Rio+20, pesquisadores da London School of Hygiene & Tropical Medicine calcularam quanto pesa a população adulta da Terra. Chegaram ao astronômico número de 287 milhões de toneladas, 15 milhões das quais devido ao excesso de peso e 3,5 milhões à obesidade. Conclusão: estamos devorando os recursos do planeta. A maior parte do excesso de peso está concentrada nos países ricos. Além de serem historicamente os maiores poluidores e os maiores consumidores de recursos naturais, os Estados Unidos são o país mais pesado da Terra. A Coréia do Norte, assombrada pela fome, é o país mais leve.
O Brasil está em sexto lugar no total de biomassa devido ao tamanho da população, mas cai para vigésimo quando é considerado o peso por individual.
O estudo destaca que o consumo exagerado de alimentos não apenas diminui a expectativa de vida dos indivíduos como está associado a padrões insustentáveis de exploração dos recursos naturais, associados a mudanças climáticas, à perda de biodiversidade (para aumento das áreas de cultivo e criação de gado) e degradação ambiental.
Publicada na revista científica "BMC Public Health", a pesquisa produziu uma tabela das nações "mais gordas" da Terra e seu "índice de massa corporal" em relação à distribuição de obesidade. Os cientistas trabalharam com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Assim, a China, que tem a maior população, tem peso relativo por indivíduo muito menor. Enquanto o peso médio de um ser humano é de 62 quilos, o dos americanos é 80,7 quilos.
Embora os EUA tenham apenas cerca de 5% da população mundial, representam por um terço do peso da Humanidade, por causa da obesidade. A título de comparação, a Ásia, que tem 61% da população mundial, representa apenas 13% do peso global. Se a China tivesse o mesmo índice de massa corporal (BMI, indicador padrão para avaliar peso) que os EUA, o número global seria 121% maior.
Já o Japão foi considerado o país mais em forma do mundo. Se todo mundo tivesse o BMI dos japoneses, haveria uma redução de 5% do peso total da Humanidade.
http://br.noticias.yahoo.com/
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Números da Obesidade no Brasil
Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou um pesquisa que revela que quase metade da população brasileira está acima do peso. Segundo o estudo, 42,7% da população estava acima do peso no ano de 2006. Em 2011, esse número passou para 48,5%. O levantamento é da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), e os dados foram coletados em 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. De acordo com a Dra. Rosana Radominski, presidente do Departamento de Obesidade da SBEM, os novos resultados não são novidade, se comparados com os de 2010. “O dado agravante é o aumento de mais de 0,5% do excesso de peso e da obesidade em um ano. Isso é alarmante, se formos extrapolar os dados para os próximos dez anos”, alerta a especialista. O estudo também revelou que o sobrepeso é maior entre os homens. 52,6% deles está acima do peso ideal. Entre as mulheres, esse valor é de 44,7%. A pesquisa também diz que o excesso de peso nos homens começa na juventude: na idade de 18 a 24 anos, 29,4% já estão acima do peso; entre 25 e 34 anos são 55%; e entre 34 e 65 anos esse número sobe para 63%. Já entre as mulheres, 25,4% apresentam sobrepeso entre 18 e 24 anos; 39,9% entre 25 e 34 anos; e, entre 45 e 54 anos, o valor mais que dobra, se comparando com a juventude, passando para 55,9%. De acordo com Dra. Rosana, as mulheres por natureza têm maior adiposidade e menor massa muscular do que os homens e estas alterações são hormônio - dependente (estrogênios x testosterona). Já os homens têm maior tendência à adiposidade visceral (gordura abdominal), mesmo quando em sobrepeso. “Isto é tão ou mais preocupante que o aumento de peso nas mulheres, já que é fato a relação da obesidade visceral e doenças cardiovasculares, diabetes, dislipidemias e alta mortalidade”, alerta a médica. A especialista ainda cita dos prejuízos que esse aumento pode representar para saúde de um modo geral e para a qualidade de vida da população. “No Brasil não existem dados concretos publicados sobre os custos diretos e indiretos relacionados à obesidade e suas complicações, mas tomando como exemplo o que acontece em países como os Estados Unidos, estes custos que já são altíssimos, e tendem a ficar ainda maiores”, explica. Dra. Rosana comenta também que o governo brasileiro está começando a se preocupar com essa questão, tanto que em março foi divulgado um programa de combate e prevenção às doenças crônicas e um projeto para prevenção de obesidade. “Esperamos que estes programas tenham continuidade e sejam duradouros, porque os resultados levam anos para aparecer. Nos Estados Unidos, campanhas contra obesidade infantil que foram iniciadas há cinco anos, só começam a dar tímidos resultados agora”, explica endocrinologista.
A Alimentação do Brasileiro A pesquisa do Ministério da Saúde revela também que 34,6% dos brasileiros comem em excesso carnes com gordura e mais da metade da população (56,9%) bebe leite integral regularmente, tornando esse fator um dos principais responsáveis do excesso de peso e da obesidade no Brasil. Além disso, 29,8% dos brasileiros consumem refrigerantes pelo menos cinco vezes por semana. Por outro lado, apenas 20,2% ingerem a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde de cinco ou mais porções por dia de frutas e hortaliças. “Os hábitos alimentares do brasileiro não mudam, comemos poucas frutas e verduras desde sempre. Nós não estamos comendo menos frutas e vegetais hoje do que há anos atrás. Da mesma forma que a carne gordurosa é a preferência nacional há muito tempo. O que tem mudado ao longo dos anos é o aumento do consumo de alimentos refinados, industrializados e produtos "prontos" para uso com alto teor calórico”, diz a Dra. Rosana. O levantamento mostra, também, que apesar de "comerem mal", os homens se exercitam mais do que as mulheres: 39,6% dos homens fazem exercícios com regularidade e entre as mulheres, a frequência é de 22,4%. O percentual de homens sedentários no Brasil passou de 16% em 2009 para 14,1% em 2011. De acordo com o Ministério da Saúde, o sedentarismo aumenta com a idade. Entre homens entre 18 e 24 anos, 60,1% praticam exercícios. Esse percentual reduz para menos da metade aos 65 anos (27,5%). Entre mulheres de 25 a 45 anos, 24,6% se exercitam regularmente. A proporção é de apenas 18,9% entre mulheres com mais de 65 anos. “Apesar dos números, o sedentarismo no Brasil não diminuiu muito, se analisarmos os dados anteriores fica difícil essa conclusão. O fato dos homens usarem seu tempo de lazer fazendo atividade física também é cultural, isso não quer dizer que façam exercícios regularmente. A atividade física é igual entre os sexos, mas o tempo na frente da TV é maior entre os homens. As mulheres com maior escolaridade são as mais conscientes dos problemas relacionados ao peso e procuram fazer atividades programadas”, conclui a especialista. Os Números nas Capitais Segundo o Ministério da Saúde, Porto Alegre é a capital que possui a maior quantidade de pessoas com excesso de peso (55,4%), seguida por Fortaleza (53,7) e Maceió (53,1). Já na lista das capitais que possuem o menor índice de pessoas com sobrepeso estão São Luís (39,8%), Palmas (40,3%), Teresina (44,5%) e Aracaju (44,5%). São Paulo apresenta 47,9% de pessoas com excesso de peso. A proporção no Rio de Janeiro é de 49,6%, e no Distrito Federal é de 49,1%. Já a capital com mais obesos é Macapá (21,4%), seguida por Porto Alegre (19,6%), Natal (18,5%) e Fortaleza (18,4%). As capitais com menor quantidade de obesos são: Palmas (12,5%), Teresina (12,8) e São Luís (12,9%). Em São Paulo, a proporção de obesos é de 15,5%, no Rio de Janeiro é percentual é de 16,5% e no Distrito Federal os obesos representam 15% da população.
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